Categoria: Notícias

28 de junho de 2021

Sentir dor é uma das coisas mais desagradáveis para um ser humano. O sono fica prejudicado, as atividades laborais são interrompidas e as atividades de lazer praticamente desaparecem. A dor no peito ou no tórax surge como um tipo de dor extremamente preocupante e angustiante, tendo em vista que a primeira impressão inevitavelmente remonta a um problema de coração, como um infarto, por exemplo.

Quando uma pessoa apresenta dor no peito, ela já começa a imaginar que está tendo um infarto e que corre sério risco de sucumbir e morrer. O desespero se instala, inicia-se uma verdadeira maratona cujo destino é o hospital mais próximo, na tentativa de encontrar uma solução rápida para o problema; mais do que isso, encontrar a salvação para este suposto infarto que está acometendo o coração e encurtando o tempo de vida.

No entanto, quando esta pessoa chega ao hospital para ser avaliada, o diagnóstico de infarto do coração pode não ser confirmado e, de forma absolutamente intrigante, recebe a notícia de que o acúmulo de gases no tubo digestivo pode ser a causa da dor no peito.

Recebe orientações medicamentosas para aliviar este acúmulo de gases e volta para casa, por um lado aliviada por não ser algo grave como um infarto do coração e, por outro lado, insegura quanto ao fato de gases oriundos da digestão causarem uma dor no peito tão forte e tão angustiante.

Dessa forma, a primeira questão a ser feita seria: os gases produzidos durante nossa digestão podem realmente causar uma dor no peito e simular um quadro de infarto do coração? A reposta é sim!

Mas vamos entender um pouco melhor —os órgãos da digestão destacam-se pela capacidade de contração e de distensão. A medida que ocorre o acúmulo de gases e considerando que estes gases geralmente são ácidos, órgãos como esôfago, estômago e intestinos tendem a distender e contrair de forma mais vigorosa, na tentativa de expulsar estes gases.

Como nem sempre este processo expulsivo dos gases é imediato, grandes bolhas de gás começam a causar certo grau de inflamação nos órgãos da digestão, produzindo dor em diferentes locais do corpo, como abdome inferior, abdome superior e no tórax.

A dor torácica é proveniente dos gases que se deslocam dos intestinos e do estômago em direção a boca. A intensidade e localização desta dor torácica podem ser tão marcantes que a sensação se assemelha a um quadro de infarto do coração, obrigando a literalmente correr até o hospital mais próximo em busca de ajuda imediata.

Diante deste cenário, pensando em prevenir este acúmulo de gases durante a digestão e reduzir a necessidade de realizar exames cardiológicos na emergência, surge a segunda questão: por que ocorre este acúmulo exagerado de gases durante o processo digestivo?

Três situações podem ser apontadas como importantes fatores causais —estresse emocional, ingestão de ar durante a alimentação e os erros alimentares.

No entanto, quando esta pessoa chega ao hospital para ser avaliada, o diagnóstico de infarto do coração pode não ser confirmado e, de forma absolutamente intrigante, recebe a notícia de que o acúmulo de gases no tubo digestivo pode ser a causa da dor no peito.

Recebe orientações medicamentosas para aliviar este acúmulo de gases e volta para casa, por um lado aliviada por não ser algo grave como um infarto do coração e, por outro lado, insegura quanto ao fato de gases oriundos da digestão causarem uma dor no peito tão forte e tão angustiante.

Dessa forma, a primeira questão a ser feita seria: os gases produzidos durante nossa digestão podem realmente causar uma dor no peito e simular um quadro de infarto do coração? A reposta é sim!

Mas vamos entender um pouco melhor —os órgãos da digestão destacam-se pela capacidade de contração e de distensão. A medida que ocorre o acúmulo de gases e considerando que estes gases geralmente são ácidos, órgãos como esôfago, estômago e intestinos tendem a distender e contrair de forma mais vigorosa, na tentativa de expulsar estes gases.

Como nem sempre este processo expulsivo dos gases é imediato, grandes bolhas de gás começam a causar certo grau de inflamação nos órgãos da digestão, produzindo dor em diferentes locais do corpo, como abdome inferior, abdome superior e no tórax.

A dor torácica é proveniente dos gases que se deslocam dos intestinos e do estômago em direção a boca. A intensidade e localização desta dor torácica podem ser tão marcantes que a sensação se assemelha a um quadro de infarto do coração, obrigando a literalmente correr até o hospital mais próximo em busca de ajuda imediata.

Diante deste cenário, pensando em prevenir este acúmulo de gases durante a digestão e reduzir a necessidade de realizar exames cardiológicos na emergência, surge a segunda questão: por que ocorre este acúmulo exagerado de gases durante o processo digestivo?

Três situações podem ser apontadas como importantes fatores causais — estresse emocional, ingestão de ar durante a alimentação e os erros alimentares.

Além disso, a dor torácica de origem cardíaca não melhora com a simples eliminação de gases ou mesmo por meio de medicamentos com ação antiácida. Por outro lado, a dor no peito causada pelos gases melhora com a eliminação dos mesmos, melhora com uso de medicamentos antiácidos e não tem irradiação típica.

A principal mensagem deste debate acima é salientar que podemos ter diversos fatores causais para uma dor no peito e que alguns destes fatores podem ser suficientes para simular um quadro de infarto do coração. O acúmulo de gases durante a digestão enquadra-se nesta categoria, muitas vezes levando uma pessoa a buscar a emergência cardiológica para fazer exames com o propósito de se obter o diagnóstico diferencial.

A dor no peito provocada por um infarto do coração tem algumas facetas mais típicas e precisamos conhecê-las para saber como proceder.

Do ponto de vista preventivo, a correção de hábitos e a mudança de alguns padrões alimentares serão essenciais para minimizar este superdimensionamento da dor torácica causada pelos gases da digestão.

Fonte: UOL

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6 de janeiro de 2020

Tirar a maquiagem antes de dormir e lavar as mãos com frequência são a melhor maneira de prevenir os quadros, segundo oftalmologista.

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16 de dezembro de 2019

Todo mundo adora curtir uma praia, tomar aquele banho de mar e até ganhar um bronzeado. Porém, devido as altas incidências de raios UV, o verão é a época mais indicada para se proteger das altas temperaturas. Separamos alguns cuidados fundamentais para você ficar com a pele da cor do verão neste Dezembro Laranja, mas com saúde.

Em primeiro lugar, porém, não menos importante: o filtro solar. Não adianta correr, seja no calor do litoral, no caminho para o trabalho e até mesmo para quem é exposto as lâmpadas dos escritórios. Todo mundo tem que usar cremes para proteção, especialmente nesta época do ano. Apenas alguns miligramas já são suficientes para evitar problemas futuros.

Especialistas recomendam que cada pele necessita de um tipo diferente de proteção. No mercado, há disponíveis diversos modelos com variações de textura, oleosidade e hidratação. Se você tiver a pele muito clara ou com alta sensibilidade, use os chamados bloqueadores solares com fator acima de 50. No entanto, alguns médicos explicam que a as opções a partir do fator 30 já apresentam resultados práticos, evitando queimaduras ou risco de câncer.

Ao aplicar o produto, não se esqueça das áreas mais escondidas, como orelhas, pálpebras e pescoço. Para os especialistas, regiões como sobrancelhas e a linha do cabelo são lugares onde normalmente surge o tipo de câncer de pele mais agressivo. Para não ficar devendo na proteção, vale recorrer ao filtro solar em spray ou com o uso de uma escovinha.

Todo mundo já deve ter ouvido essa, mas é sempre bom frisar: o melhor horário para pegar uma cor e reabastecer o nível de vitamina D é antes das 10h da manhã e depois das 16h. Dentro desse intervalo o contato com o sol pode gerar queimaduras e ampliar o risco do desenvolvimento de câncer de pele. Neste período use bastante filtro solar, não se esquecendo de retocar o produto a cada banho de mar ou a cada hora.

Para os pequenos, a dica para economizar nos produtos e garantir a segurança da pele é sempre utilizar camisetas. Há disponível no mercado diversos modelos que possuem um tecido mais fino e refrescante, que ajuda na transpiração e evita o contato com os raios UV. Mas não se esqueça dos bonés e de passar o bloqueador solar no rosto a cada brincadeira.

O câncer de pele não é brincadeira, apenas em 2014 mais de 190 mil casos foram registrados, segundo estimativa do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Além dos cuidados listados acima, é fundamental realizar exames dermatológicos com frequência. Ao apresentar qualquer sintoma como feridas ou avermelhado intenso na pele, é fundamental procurar o especialista de sua confiança.

O mais importante é se ligar nos cuidados básicos como protetor solar e bonés. Pequenos detalhes podem fazer a diferença, especialmente, quando falamos de um assunto que afeta milhares de brasileiros. Redobre os cuidados e aproveite o sol do verão da melhor maneira!

Fontes:
http://bloghdi.com.br
https://memed.com.br/dezembro-laranja
https://www.belezanaweb.com.br/loucas-por-beleza/protetor-solar-quanto-como-quando-onde-qual-passa

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4 de outubro de 2019


Pesquisa investiga visão dos brasileiros sobre a doença e resultados apontam falta de informação.

Usar sutiã com bojo não aumenta os riscos de câncer de mama . Esquentar alimentos no microondas também não. Não existe relação direta entre pessoas rancorosas e tumores. A falta de informação sobre esses e outros mitos, ainda muito difundidos, pode prejudicar diagnósticos e deixar mais difícil a vida de quem convive com a doença.

A campanha Outubro Rosa ajudou  a difundir informação de qualidade sobre o câncer nos últimos anos, mas ainda existem lacunas. Também vivemos um momento em que existem muitas notícias falsas circulando, o que é um problema enorme para nós”, comenta Marjorie Dulcine, diretora médica da Pfizer Brasil.

A empresa, em parceria com o Ibope, aproveitou o gancho da campanha que começa mês que vem para uma pesquisa que investigou a visão do brasileiro sobre o paciente e o próprio câncer de mama. O estudo entrevistou 2 mil pessoas, de diferentes capitais brasileiras, por meio de uma plataforma online.

Entre os resultados, que exploram pontos fundamentais como exames preventivos e a inserção no mercado de trabalho, alguns resultados chamam mais atenção: a crença em mitos sobre a doença – suas causas, prevenção e cura – ainda é muito forte no país.

De acordo com o estudo, 9% das pessoas têm convicção que o uso de sutiã com sustentação de bojo pode causar o câncer de mama . O dado se destaca quando somado à porcentagem de pessoas (homens e mulheres) que não souberam responder sobre o assunto: 39%. Já 32% dos brasileiros acreditam que esquentar alimentos no microondas pode causar a doença, número somado aos outros 30% que afirmam “não saber”.

A informação mais alarmante, porém, refere-se ao diagnóstico: quase 80% dos brasileiros e brasileiras afirmam que o autoexame das mamas é a melhor forma de detectar o câncer precocemente. Na verdade, a mamografia – que deve ser realizada anualmente por mulheres acima dos 40 anos – é a melhor forma de detectar o câncer em estágio inicial, independente dos fatores de risco.

“O autoexame também tem um papel muito importante no autocuidado das mamas, mas quando o tumor é percebido pelo tato, ele não está mais no início”, explica a oncologista Marina Sahade, do Hospital Sírio-Libanês. Por isso, é fundamental desfazer a crença de que o exame de mamografia só deve ser feito caso a mulher encontre qualquer anormalidade na mama.

Outro resultado que reforça alguns estigmas da doença está na crença de 33% de brasileiros que acreditam que um câncer de mama aparece “porque a mulher não fez os exames que deveriam ter feitos”. Esse resultado, além de associar a doença ao comportamento da própria mulher e reforçar uma visão de culpa sobre ela, aponta o desconhecimento sobre a progressão da doença.

“Existem tumores que passam anos ali, sem progredir ou chamar atenção até a vida idosa. Por outro lado existem tipos extremamente agressivos que surgem em mulheres jovens, por vezes entre um exame e outro, e evolui muito rapidamente”, explica a oncologista do hospital Sírio Libanês, Marina Sahade.

A profissional de saúde ainda reforça que existem diversos tipos de câncer de mama com comportamentos muito diferentes e tratamentos específicos para cada um deles. “Embora a prevenção e o diagnóstico precoce sejam fundamentais para o tratamento de todos eles, um caso não deve ser julgado a partir do outro”, diz.

Fonte: Saúde – iG @ https://saude.ig.com.br/2019-09-26/cancer-de-mama-crenca-nos-mitos-piora-estigma-sobre-a-doenca.html

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4 de outubro de 2019


Números divulgados pelo Ministério da Saúde mostram crescimento de casos no Brasil.  Veja como identificar os sinais

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, mostram um aumento de 599,5% na comparação com 2018, um total de 1.439.471 casos.

Em um ano, incidência da dengue no país aumenta 600%

O levantamento revela, ainda, uma maior incidência dos casos de chikungunya, que também tem o mosquito Aedes aegypti como transmissor. Até o final de agosto foram registrados 110.627 casos, contra 76.742 do mesmo período em 2018.

Os sintomas iniciais de febre amarela, dengue, gripe, zika e chikungunya são comuns, confira abaixo algumas diferenças.

  1. Os sintomas iniciais de febre amarela, dengue, gripe, zika e chikungunya são comuns a várias doenças infecciosas causadas por vírus, como dor no corpo, dor de cabeça e dor nas juntas. Mas a partir do segundo ou terceiro dia, o vírus procura os órgãos pelos quais tem afinidade e então os sintomas de cada doença se tornam mais característicos.
  2. A febre amarela, provocada pela picada dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes (foto), que habitam região de mata, causa sintomas como febre com calafrio, dor de cabeça, dores musculares, mal estar e cansaço. A partir do terceiro dia, a maioria das pessoas já começa a apresentar melhora. No entanto, 15% desenvolvem complicações, entre elas hepatite e alteração do funcionamento dos rins e do coração, que podem levar à morte
  3. Dengue, zika e chikungunya são doenças transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Diferentemente dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes, o Aedes aegypti vive no meio urbano e se prolifera em locais com água parada, como base de vasos (foto). Exames de sangue já são capazes de fornecer diagnósticos precisos de cada doença. Entre essas doenças, já existe vacina apenas para dengue, mas de eficácia ainda não totalmente comprovada
  4. Existem dois tipos mais comuns de dengue: a dengue clássica e a hemorrágica. A clássica tem sintomas similares à gripe como febre alta (em torno de 40 graus), dor de cabeça, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, dores musculares, prostração, vermelhidão no corpo e coceira. Os sintomas regridem a partir do sétimo dia, mas a fraqueza perdura por algumas semanas. Já a hemorrágica apresenta, inicialmente, os mesmos sintomas da clássica, porém, após o terceiro dia, surgem os sinais de hemorragia, como sangramento da gengiva, do nariz e rompimentos superficiais da pele
  5. Em 80% dos casos, a zika não tem sintomas. Os sinais da doença geralmente são semelhantes ao de uma virose ou da dengue, porém menos agressivos. São eles: febre em torno de 38 graus, aumento dos gânglios linfáticos, dor de cabeça, dor nas articulações, erupção cutânea com coceira, fotofobia, conjuntivite, diarreia, náuseas e cansaço, que desaparecem em sete dias. Estudos comprovaram a relação da zika com a microcefalia em bebês gerados por mães que contraíram a doença na gravidez. A zika também está relacionada à Síndrome de Guillain-Barré, inflamação dos nervos periféricos que resulta em fraqueza muscular e paralisia, em geral, de forma temporária
  6. Assim como a dengue e a zika, a chikungunya causa febre alta, dor de cabeça, dores musculares, conjuntivite, náuseas, vômitos e vermelhidão pelo corpo. O predominante são as dores articulares, que afetam simetricamente diversas juntas e são debilitantes. O quadro evolui para cura em dez dias. A doença, em geral, não mata, mas provoca dores articulares crônicas – para a vida toda
  7. Já a gripe não é transmitida por mosquito, mas sim pelo contato entre uma pessoa gripada e outra saudável por meio de gotículas no ar ou pelo aperto de mão, por exemplo. A principal característica que difere a gripe da febre amarela, dengue, zika e chikungunya é a presença de secreção (catarro). Sintomas como dor de garganta e tosse são típicos da gripe e não das demais doenças

Fonte: https://noticias.r7.com

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27 de agosto de 2019

Não é surpresa para ninguém que o pulmão dos fumantes é mais prejudicado do que o dos que ficam longe do cigarro. Mas o que muitos não sabem é que não é só esse órgão que sofre com o mau hábito. Além de prejudicar o combate a outras doenças que o paciente já tenha, o tabagismo pode contribuir para o aparecimento de outras enfermidades extremamente prejudiciais.

Edgard Santos Maestro, pneumologista do Hospital Santa Marta, é taxativo: “O fumo é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior agente causador de doenças no mundo. Diversos tipos de câncer têm seu risco aumentado pelo cigarro, como os tumores de bexiga, boca, laringe, esôfago, estômago, rins, pâncreas, intestino e próstata”, exemplifica.

Além desses tipos de câncer, doenças frequentes na população surgem mais facilmente em fumantes. “No sistema cardiovascular, o cigarro atua promovendo a doença arterial coronariana; no cérebro, é fator de risco importante para o Acidente Vascular Cerebral (AVC); e no sistema vascular periférico, pode provocar a Insuficiência Vascular Periférica — só para citarmos algumas doenças de alta morbi-mortalidade”, completa o médico.

Diante de tudo isso, é consenso entre os especialistas que o melhor remédio para evitar todas essas complicações é ficar longe do cigarro, que pode ser ruim tanto para os que fumam quanto para quem não tem o vício, mas inala a fumaça. A coordenadora da Comissão Científica de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Maria da Penha Uchoa, diz que, para aqueles que já são viciados, as alternativas para parar de fumar são muitas e variam individualmente. “Mas, primeiro, é preciso que ela conheça sua dependência para que possa se proteger e criar estratégias de se livrar.”

Segundo a OMS

  • Cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo são fumantes
  • Aproximadamente 47% de toda a população masculina mundial fumam. Entre as mulheres, a porcentagem cai para 12%
  • Todo ano, mais de cinco milhões de pessoas morrem no mundo por causa do cigarro
  • No Brasil, são 200 mil mortes anuais

Pelo corpo todo

O tabagismo está relacionado a mais de 50 doenças e é responsável por:

  • 30% das mortes por câncer de boca
  • 90% das mortes por câncer de pulmão
  • 25% das mortes por doença do coração
  • 85% das mortes por bronquite e enfisema
  • 25% das mortes por derrame cerebral

Palavra do especialista

Dr. José Jardim é pneumologista e professor livre docente de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP:

1. Em uma ordem de impacto, o cigarro acomete primeiramente o pulmão, mas quais outros órgãos mais sofrem os danos do tabagismo?

O tabagismo afeta o organismo de uma forma sistêmica, no entanto, alguns órgãos, além do pulmão, sofrem mais com os efeitos colaterais dele. O coração e todo o sistema circulatório, principalmente nas artérias,  são os que mais penam com as toxinas que o cigarro libera pois elas afetam a elasticidade das estruturas e contribuem para o aumento da pressão arterial, para a formação de coágulos sanguíneos e inclusive para o infarto do miocárdio e derrame cerebral. A pele, dentes, e todos os órgãos do sistema digestivo também são altamente afetados.

2. Quais tipos de atividades cotidianas o corpo humano pode ter dificuldade de realizar devido ao prejuízo do fluxo de oxigênio, causada pelo tabagismo?

A diminuição do fluxo de oxigênio afeta tarefas rotineiras, como subir uma escada ou tomar banho, por exemplo. Não precisa nem mencionar as imposições que traz para a prática de atividades físicas como correr em uma partida de futebol, que é praticamente impossível. A diminuição crônica de oxigênio leva à sobrecarga do sistema cardiovascular que pode culminar em insuficiência cardíaca. Hoje já se reconhece que as pessoas que fumam podem ter diminuição da circulação cerebral o que pode levar a menor capacidade de raciocínio.

3. Entre os métodos disponíveis para acabar com o vício do fumo, quais são mais indicados pela medicina?

O ponto mais importante é o fumante estar realmente consciente da sua vontade ou necessidade de deixar de fumar. O método mais utilizado no mundo – e defendido por importantes associações de saúde – chama-se Terapia Cognitivo-Comportamental. Por Terapia Cognitivo entende-se dar conhecimento ao fumante sobre os malefícios do cigarro, indicar os benefícios, ensinar os meios para conseguir diminuir a vontade de fumar. Por Terapia Comportamental entende-se os meios de mudar o comportamento que faz o paciente fumar. Associado, pode-se ou se deve prescrever medicamentos que diminuem a vontade de fumar e os sintomas da abstinência (nervosismo, insônia, batedeira cardíaca). Nesse grupo está incluído o que se chama de Terapia de Reposição de Nicotina (TRN), como adesivo cutâneo de nicotina com liberação lenta e gomas de mascar de nicotina para liberação rápida. Além disso existem dois medicamentos para uso de via oral que podem ser associados a TRN, bupropiona e vareniclina, que são, inicialmente prescritos por 3 meses. De uma modo geral, após uma certa preparação, marca-se um dia e o fumante deixa de fumar agudamente

Curiosidades

  • A fumaça do cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas
  • A nicotina é considerada uma droga psicoativa que causa dependência e aumenta a liberação de catecolaminas, que contraem os vasos sanguíneos, aceleram a frequência cardíaca, e causam hipertensão arterial
  • As doenças e agravos não transmissíveis (DANT) já são as principais responsáveis pelo adoecimento e óbito da população no mundo

O tabagismo ainda pode causar

  • Impotência sexual no homem;
  • Complicações na gravidez;
  • Aneurismas arteriais;
  • Úlcera do aparelho digestivo;
  • Infecções respiratórias.

OMS: nove em cada 10 pessoas respiram ar contaminado

Mais de 90% da população mundial respira ar contaminado, advertiu nesta quarta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera a poluição responsável por sete milhões de mortes ao ano.

“Nos últimos seis anos, os níveis de contaminação do ar permaneceram elevados e mais ou menos estáveis, com concentrações em ritmo de baixa em alguma regiões da Europa e das Américas”, afirma a OMS em um comunicado.

“Nove em cada 10 pessoas respiram ar que contém níveis elevados de contaminação”, afirma a agência da ONU, um número que não mudou desde a publicação do relatório anterior da OMS sobre o tema, há dois anos.

“A contaminação do ar ameaça a todos, mas as pessoas mais pobres e marginalizadas são as que carregam o maior peso”, declarou o diretor geral da OMS, o médico Tedros Adhanom Ghebreyesus, citado no comunicado.

“Não podemos aceitar que mais de três bilhões de pessoas – sobretudo mulheres e crianças – continuem respirando todos os dias fumaças mortais emitidas por fornos e combustíveis poluentes dentro de suas casas”, completou.

As conclusões da OMS se baseiam na qualidade do ar registrada em mais de 4.300 cidades de 108 países (1.000 cidades a mais que o relatório anterior).

De acordo com os dados, sete milhões de pessoas morrem a cada ano em consequência da exposição a partículas finas que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, o que provoca crise como acidentes vasculares cerebrais, problemas cardíacos e câncer de pulmão.

A atividade humana não constitui a única fonte de poluição do ar. As tempestades de areia, em particular nas regiões próximas a desertos, também influenciam a qualidade do ar, de acordo com a OMS.

O relatório destaca que mais de 90% das mortes vinculadas à poluição acontecem em países com renda baixa ou média, principalmente na Ásia e na África.

As estatísticas mostram ainda que os locais em que os níveis de poluição do ar são mais elevados se encontram no Oriente Médio, na região norte da África e no sudeste da Ásia, com médias anuais de contaminação que geralmente superam em mais de cinco vezes os limites fixados pela OMS.

Depois, as mais afetadas são as cidades com renda baixa ou média da África e do Pacífico ocidental.

Fonte: Municípios Baianos

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17 de maio de 2019

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